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Projeto A Sua Violência, A Minha Violência no CCJF – Rio

8 ago

 

 

 

Pessoal, estaremos no dia 12/08, sexta feira,
no Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro,
às 19h com o Projeto A Sua Violência, a Minha Violência.

A entrada é gratuita.

Acessem o blog do projeto: http://asuaviolenciaaminhaviolencia.blogspot.com/

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COMO QUEIRA::CIA ADVERSA NO RIO NESSA 4ª

17 jul

dentro da programação do “Encontros Coreográficos -Ato 1”.

para mais informações do evento, acesse: http://www.jogocoreografico.com/

20/07  – quarta feira

20h

ingressos: R$10,00 inteira / R$5,00 meia

Teatro Cacilda Becker

Rua do Catete, 338 – Largo do Machado (próximo ao Metrô)

Rio de Janeiro – RJ

performance A SUA VIOLÊNCIA, A MINHA VIOLÊNCIA no Rio dia 26/03 sábado

21 mar

A SUA VIOLÊNCIA, A MINHA VIOLÊNCIA

A violência, em suas múltiplas faces:

do forte, do fraco, de grupos, física, psicológica, pessoal, das relações.

As escolhas que a nutrem ou dissolvem.

1º experimento

Performance de Leticia Nabuco que trata de questões de gênero, de manipulação e estratégias, de jogos de poder. O público é solicitado a ajudar a performer e desse encontro surgem imagens e situações de controle, subjugação, cooperação, alianças, disputas, coerção.

2º experimento

Gravações em vídeo de entrevistas com transeuntes acerca de suas visões dos universos feminino e masculino.

.dia 26/03  sábado às 20h

.gratuito

.CEDIM – conselho estadual dos direitos da mulher / espaço cultural  heloneida studart

.rua camerino, 51 centro – rio de janeiro

.contato 32 91049833

____________

O Projeto Cor de Rosa Choque é uma iniciativa do Zona Oculta , grupo que desde 2004 coloca as mulheres e sua produção artística contemporânea em foco, buscando com isso uma atitude política que contribua para a transformação do jogo patriarcal também no mundo das artes.

COMO QUEIRA no youtube

26 jan

olá amigos!

através do projeto Circulação Cia Adversa (patrocínio Arcelor Mittal/Lei Estadual de Cultura de Minas Gerais) realizamos diversas apresentações do Como Queira em 2010.
seguimos pesquisando e descobrindo novos questionamentos com cada plateia, agradecendo a todos que, assistindo, dividiram conosco presenças, desejos, movimentos, propostas, censuras, se expondo e possibilitando que o espetáculo aconteça.
assistam!
abraços,
Leticia Nabuco

´Fluxus´ e a TV (1963) – Decollage

19 nov

Fluxus Films – 1963 – Wolf Vostell – Sun in your head – television decollage

[YOUTUBE=http://www.youtube.com/watch?v=z5krhw54oqs]

Conheça o Fluxus – Repare nos nomes grifados. Qualquer coisa, Google!

Versão WIKIPEDIA

Saiba mais sobre FLUXUS

Este post foi mentalmente organizado por André “Xurume” Fonseca

Epinefrina em Coletivação no II Colóquio EAD

22 out

Epinefrina participou do  II Colóquio Regional do EAD da UFJF com performances, instalações e outras intervenções.

Participaram das ColetivAções: Letícia Nabuco, Renata Rodrigues, André Fonseca, Luciana Maia, Cláudia Meireles, Raíssa Ralola, João Paulo de Oliveira, Tiago Gandra.

Alilóquio Sem Fim - Luciana Maia

Alilóquio Sem Fim - Luciana Maia

Alilóquio Sem Fim - Luciana Maia

Alilóquio Sem Fim - Luciana Maia

Deu Vontade! - André Fonseca

Deu Vontade! André Fonseca

10 Coisas - João Paulo de Oliveira

10 Coisas - João Paulo de Oliveira

 

10 Coisas - João Paulo de Oliveira

10 Coisas - João Paulo de Oliveira

Em breve, mais fotos.

Varal de Pessoas

23 set

Proposta:

Atualmente, em função da vida cotidiana agitada e da sociedade dependente do capital, poucos param seu dia para um dedinho de prosa ou mesmo, um simples descanso ou uma saída da rotina.

A praça pública já foi um dia o local onde a vida social e cívica acontecia. Entretanto, o hoje revela o meio urbano como local obrigatório, mas não querido e muito menos  de convivência. As pessoas apenas pensam em vencer os metros que as separam de seus objetivos. Qualquer intervenção pode ser o estopim para uma série de emoções que cada vez mais afasta uns dos outros, criando uma falsa relação/medo de liberdade/violência através de um individualismo que não enxerga o próximo, não se comunica ou troca informações multiplicadoras, até mesmo em suas comunidades.

Nossa espécie só existe por que é baseada na inteligência coletiva. A força da criatividade e o impulso pelo faber nos garantiram a distribuição de técnicas e saberes que resultou para alguns em uma vida mais confortável no que tange a higiene, as acomodações, a alimentação, a comunicação e a liberdade de informação e locomoção. Todavia, apesar de termos nos livrado dos grandes percalços da natureza selvagem, ainda somos nossos próprios predadores. O acesso ao conhecimento e à criação de conhecimento ainda é algo não tão explorado de forma massiva. A mensagem principal gira em torno do econômico e vem fantasiada com conteúdos pré-renascentistas. Assim, só o despertar para o crescimento através da distribuição de conhecimentos, experiências e sensações é que, finalmente, equilibraremos nossa sociedade selvagem

Objetivo:

Conseguir interagir com pedestres, conversando com os mesmos sobre a vida e a sociedade, o indivíduo e suas escolhas, gostos, hobbies e outros tantos saberes que todos nós somos capazes de especular.

Cada integrante poderá incentivar que o participante produza ou lhe ofereça algo para ser colocado em um varal – coletivo – construído através da doação emocional, poética e racional de cada um (integrantes e participantes).

Sinopse:

ColetivAção chega ao calçadão da Rua Halfeld, mais ou menos em frente ao Banco do Brasil, se espalha e coloca na via pares de cadeiras, bancos e/ou banquetas, além de estender um varal. Nele ficarão pregados os trabalhos dos integrantes, previamente selecionados e os daqueles participantes que queriam produzir ou doar algo espontaneamente, naquele momento.

Cada integrante se ajeitará em uma das cadeiras a espera de participantes que interajam questionando o porquê da situação, se sentando ou não.

A proposta pode ser revelada ao longo da conversa: estamos ali para conversar com as pessoas pela conversa, por suas histórias e pela possível produção – convidá-los a desenhar ou escrever algo que fique no “varal de pessoas”.

Podemos convidar o participante a se integrar a ação. Assim, nos levantamos e oferecemos a oportunidade dele experimentar conversar com um terceiro.

Quanto mais pessoas, mais auto-explicativa fica a ação. Com quantidade reduzida talvez seja necessário ter uma comunicação visual que chame mais a atenção para o objetivo conversar. Algo mais publicitário: Conselhos por poemas ou desenhos!

Local de execução: calçadão

Dia: ?

Horário: 10 – 12h

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