Tag Archives: Intervenção

Festival COMPORTAMENTOS ALTERNATIVOS – parte 00

16 dez

No último dia 11 de dezembro, Juiz de Fora viveu um acontecimento ímpar em sua história cultural recente: um evento a luz do dia, reunindo grandes talentos da músicas e de diversas outras áreas das artes, comunicação e cultura.

Híbrida Banda - Foto: Hércules Rakaukas HRCS

Santinho, the "big boss" - Foto: Hérculos Rakauskas HRCS

O Festival COMPORTAMENTOS ALTERNATIVOS contou com a participação de 8 bandas que balançaram as estruturas do Diversão & Arte Espaço Cultural, além de instalações, vídeos e outras linguagens artísticas. O mais interessante foi a presença de um público que vai muito além do consumidor de música e esbarra, justamente, em quem faz acontecer: músicos, produtores e outros personagens da cena cultural de JF.

Quinteto São do Mato - Foto: Hércules Rakauskas HRCS

Instalação Tiago Gandra - Foto: Hércules Rakauskas

Nos próximos meses o Coletivo Epinefrina irá lançar uma coletânea virtual com músicas dos participantes e de mais outras 12 bandas. Além disso, ao longo do dia foi produzido material audiovisual que em breve estará disponibilizado tanto por aqui, quanto para aqueles que deram sangue pelo festival: as bandas. Assim, com este conteúdo, tanto as mesmas, quanto o Festival e a cena músical em Juiz de Fora poderá ter um 2011 promissor, com um pensamento a médio e longo prazo. A nossa intenção é criar um clima favorável para que se negocie uma agenda da música em Juiz de Fora e todos possam saber o que e onde estará acontecendo um som bom em nossa cidade!

Silva Soul - Foto: Hércules Rakauskas HRCS

Em breve mais fotos e vídeos!!!

Intervenções Urbanas

2 nov

Este slideshow necessita de JavaScript.

Varal de Pessoas

23 set

Proposta:

Atualmente, em função da vida cotidiana agitada e da sociedade dependente do capital, poucos param seu dia para um dedinho de prosa ou mesmo, um simples descanso ou uma saída da rotina.

A praça pública já foi um dia o local onde a vida social e cívica acontecia. Entretanto, o hoje revela o meio urbano como local obrigatório, mas não querido e muito menos  de convivência. As pessoas apenas pensam em vencer os metros que as separam de seus objetivos. Qualquer intervenção pode ser o estopim para uma série de emoções que cada vez mais afasta uns dos outros, criando uma falsa relação/medo de liberdade/violência através de um individualismo que não enxerga o próximo, não se comunica ou troca informações multiplicadoras, até mesmo em suas comunidades.

Nossa espécie só existe por que é baseada na inteligência coletiva. A força da criatividade e o impulso pelo faber nos garantiram a distribuição de técnicas e saberes que resultou para alguns em uma vida mais confortável no que tange a higiene, as acomodações, a alimentação, a comunicação e a liberdade de informação e locomoção. Todavia, apesar de termos nos livrado dos grandes percalços da natureza selvagem, ainda somos nossos próprios predadores. O acesso ao conhecimento e à criação de conhecimento ainda é algo não tão explorado de forma massiva. A mensagem principal gira em torno do econômico e vem fantasiada com conteúdos pré-renascentistas. Assim, só o despertar para o crescimento através da distribuição de conhecimentos, experiências e sensações é que, finalmente, equilibraremos nossa sociedade selvagem

Objetivo:

Conseguir interagir com pedestres, conversando com os mesmos sobre a vida e a sociedade, o indivíduo e suas escolhas, gostos, hobbies e outros tantos saberes que todos nós somos capazes de especular.

Cada integrante poderá incentivar que o participante produza ou lhe ofereça algo para ser colocado em um varal – coletivo – construído através da doação emocional, poética e racional de cada um (integrantes e participantes).

Sinopse:

ColetivAção chega ao calçadão da Rua Halfeld, mais ou menos em frente ao Banco do Brasil, se espalha e coloca na via pares de cadeiras, bancos e/ou banquetas, além de estender um varal. Nele ficarão pregados os trabalhos dos integrantes, previamente selecionados e os daqueles participantes que queriam produzir ou doar algo espontaneamente, naquele momento.

Cada integrante se ajeitará em uma das cadeiras a espera de participantes que interajam questionando o porquê da situação, se sentando ou não.

A proposta pode ser revelada ao longo da conversa: estamos ali para conversar com as pessoas pela conversa, por suas histórias e pela possível produção – convidá-los a desenhar ou escrever algo que fique no “varal de pessoas”.

Podemos convidar o participante a se integrar a ação. Assim, nos levantamos e oferecemos a oportunidade dele experimentar conversar com um terceiro.

Quanto mais pessoas, mais auto-explicativa fica a ação. Com quantidade reduzida talvez seja necessário ter uma comunicação visual que chame mais a atenção para o objetivo conversar. Algo mais publicitário: Conselhos por poemas ou desenhos!

Local de execução: calçadão

Dia: ?

Horário: 10 – 12h

%d blogueiros gostam disto: